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Confira nossa galeria completa de Bolos Decorados!

 

Os primeiros bolos decorados de primeiro andar, produziu-se para o casamento de Charles II, Rei de França. Os confeiteiros foram trazidos pela noiva Catarina de Médici como dote do casamento.

A partir do séc. XVII, os bolos decorados eram hábito e símbolo do status bem como do poder financeiro das famílias. Existe um registo insólito sobre o casamento do Duque Guilherme da Baviera e a Senhorita Renata de Lorena, em Munique, em que o bolo tinha 3 metros de altura e de dentro deste saiu o Arqueduto Ferdinando da Áustria a cantar, como forma de homenagem aos noivos.

Durante o reinado da Rainha Vitória de Inglaterra, os bolos chegavam a pesar mais de 100kg. Nesta altura os bolos eram muito caros, sendo necessário o trabalho de vários empregados (moer o açúcar, lavar a manteiga com água de rosas pois esta era rançosa, picar frutos secos, bater as grandes quantidades de ovos utilizados, cultivar e preparar a levedura de cerveja,...) na sua confecção. Por esse motivo as receitas eram sobretudo realizadas pelas cortes e conventos, sendo estes os responsáveis pelo desenvolvimento das mesmas. Em 1609 fez-se referência pela primeira vez em livro “Delights for Ladies”, de uma receita de pasta de açúcar. Em 1769, a Sra. Raffeld publicou “The Experienced English Housekeeper” com receitas de bolos, marzipã e de glacê real.

No século XIX, Antoine Caréne foi o grande mestre da confeitaria e o preferido de todos os Reis Europeus. Ele ornamentava os seus banquetes com fantásticas obras de arquitectura em pasta de açúcar. Editou em 1815 o livro “Le Pâtissier Royal Parisien”.
Em 1894, Ernest Schulbe mostrou os seus trabalhos de flores em açúcar em Londres. Editou também um livro “Advanced Piping and Modelling” com receitas e utensílios, muitos feitos em osso mas em tudo semelhantes aos utilizados nos dias de hoje, para modelar e marcar flores.

A partir do Séc. XX, os bolos decorados começaram a ser cada vez mais acessíveis e por isso a fazer parte dos hábitos da sociedade.